Eu sempre preguei que nós devemos ser e somos responsáveis por todos os nossos atos, mas será que sempre estive certa? Talvez não. Qual é a nossa responsabilidade de estar no dia errado, no lugar errado, na hora errada, e nos apaixonarmos por alguém? Qual é a nossa responsabilidade de que um sentimento cresça ou diminua dentro de nós? Qual é a culpa de buscar nosso amor para perto? Toda? Nada? Quanto?
Antônio, nem te conheço, mas conheço sua história. Na maioria das vezes me vejo como você, vivendo a vida que você está vivendo agora. Você está vivendo um dia após o outro, há tanto tempo, e eu também. Quem nós fomos, nós nunca mais seremos. O amor que nós sentimos provavelmente nunca mais vamos sentir. Nós somos jovens anciãos. O tempo passa de qualquer maneira, o mundo a nossa volta acontece, e nós só estamos trancados dentro de nós mesmos seguindo as estrelas. É uma pena que o percurso das estrelas seja um circuito repetitivo no céu.
sábado, 20 de setembro de 2014
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